Casa Própria: Sonhos realizados no Centro Histórico

Área de Atuação
Habitação, Encostas e Macrodrenagem
Centro Histórico
Mais 26 famílias, que residiam de forma precária no Centro Histórico de Salvador, receberam, nesta quarta-feira, dia 21, as chaves de sua casa própria. Os imóveis estão localizados  nas ruas São Francisco, 28 de Setembro e 7 de Novembro, em casarões que foram recuperados pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER), com recursos do Programa de Habitação de Interesse Social. Além das novas moradias, a comunidade foi beneficiada também com a entrega de uma cozinha comunitária.
 
A intervenção que a CONDER executa na área, através das obras da 7ª Etapa de Recuperação do Centro Histórico, vai beneficiar um total de 105 famílias.  Outras 41 famílias já haviam recebido suas novas moradias, após a reforma de nove casarões. Os recursos investidos, através do PHIS, são da ordem de R$ 8 milhões, beneficiando diretamente mais de 400 pessoas. Até o final das obras serão recuperados 30 casarões, que se encontravam, em sua maioria, em situação muita precária e passam a abrigar 105 novas unidades habitacionais.
 
SONHOS REALIZADOS
 
Vendedora ambulante desde que deixou Valença, sua cidade natal, faz 11 anos, Nailde Souza Santos, conhecida como dona Xica, já vivia no Centro Histórico em uma habitação carente e na última quarta-feira ao receber as chaves da sua nova residência não conteve a emoção: “Agora, o sonho virou realidade, valeu a pena esperar”.  Já Carlos Alberto Carvalho Dias,56 anos, também vendedor ambulante, nascido e criado na antiga Rua do Maciel, no Centro Histórico, disse que fez uma promessa para cumprir quando recebesse as ansiadas chaves da sua moradia: “Ainda nesta semana, vou cortar a cabeleira (seu cabelo desce após o pescoço), estou feliz”.
 
Presente ao ato de entrega das chaves de novas moradias, o presidente da CONDER, Milton Villas-Bôas, acompanhado do diretor de Habitação da empresa, José Ubiratan Cardoso Matos, destacou a contribuição representada para a revitalização do Centro Histórico com a permanência de famílias que já o ocupavam, agora em condições de conforto e segurança.
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